Se ao menos eu tivesse acesso às informações que tenho agora ... Se, como dizem, as máscaras já tivessem caído...
-talvez eu não acabaria por cometer a maior injustiça que jamais pensara... -
O mais curioso foi a forma como a descoberta da informação se fez...
Ficamos, minha mãe e eu, conjecturando a respeito do comportamento dos seres humanos na convivência em sociedade: que, quando envolvidos, não conseguimos ter uma visão clara dos fatos. Somos "manipulados" por nossos próprios 'achismos' e pela opinião impressa na história que ouvimos de alguém...
Desse modo, a informação chega até nós da forma que quiserem nos contar ...
- Quero deixar claro, que não estou criticando esse comportamento, também sou um ser humano... também imprimo minhas opiniões ao relatar algo... essa é apenas uma constatação relevante no contexto da minha descoberta maior... -
O ponto é que, conviver, estar diáriamente ao lado de alguém, expandir a obrigatoriedade da convivência a um mais prazeroso convívio de amizade, não quer dizer que o outro indivíduo partilhará com você...
E, verdade seja dita, na maioria dos casos não partilha!!!
Em meio à cumplicidade, oferecida por um dos lados, surge -como que inocentemente- o interesse na ponte que representamos... "Serás meus olhos e ouvidos... me dirás tudo que vires, ouvires ou perceberes... EM NOME DA NOSSA AMIZADE"
Nesse ponto, as informações que vem de todos os lados já começam a permear a racionalidade e a sentimentalidade, sem ter força pra definir onde começa e acaba cada uma...
... to be continued...