quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Musicando Pequenas Verdades

Falo de brincadeira
Pra ninguém me descobrir...
Me escondo, me nego,
Me faço de cego
Só pra te ver sorrir...
Te encaro, escancaro a vontade de um beijo escondido debaixo do meu edredon
Me encontro perdido e reclamo comigo
De não conseguir por um fim
As vezes eu penso que é só culpa minha
Você não me deixar ficar
Daí eu me lembro que a culpa é do tempo
Tardando a nos aproximar
Encolho, recolho o desejo
Faz parte, o destino é caprichoso assim
Te põe em meus sonhos
Me eleva e arquiteta
Tudo que eu ache bom
Acaba que a graça é sonhar, viajar no universo desse meu querer
Dormir e acordar sem te olhar nem parece mais que vai doer...



Psicodelia

Era uma vez...
E eu saí, noite adentro...
No copo Anestesia e Felicidade líquidas...
Na outra mão o violão - só porque cantar ajuda a entorpecer.
Às Janelas, quase que completamente cerradas pelo torpor,
a psicodelia das luzes coloridas
e os vários vagalumes vermelhos em meio a cortina de fumaça
constroem um cenário de um Conto-de-fadas - às avessas, bem dizendo...
Cada canção pedida, mais bem cantada ficava
Perto do alvorecer sobravam sentimentos, sonhos e uma canção.
Era uma vez...




Ou não era?